Fenacor

SITES RESPONSIVOS PARA CORRETORA
E CORRETORES DE SEGUROS
FAÇA SUA INSCRIÇÃO

Sites Responsivos

Adequam-se a tablets e smartphones.
CONHEÇA OS MODELOS

Sites Personalizados

Caso queira algo diferente podemos desenvolver um site totalmente personalizado.

CONSULTE-NOS

Instalação e manutenção do conteúdo do site

Você não precisa se preocupar em criar o seu site, esse é o nosso negócio.
Basta nos enviar todo o contéudo necessário e nós ativamos o seu site.
A atualização de conteúdo é por nossa conta, você só precisa nos enviar a solicitação.

Valores


TAXA DE INSTALAÇÃO DO SITE PADRÃO
R$ 249,90 (parcela única)

MENSALIDADE
Corretor Associado:
R$ 34,90

Corretor não associado:
R$ 39,90

MODELOS

Site responsivo ajustam-se à tela do aparelho eletrônico utilizado reposicionando os elementos do site, a fim de mantê-lo funcional em vários formatos e tamanhos de tela.

ESCOLHA SEU MODELO

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.


Notícias do Mercado de Seguros

Dívidas põem 61 milhões com nome sujo na praça
Qua - Julho 5, 2017 2:28 pm  |  Artigo Acessos:3552  |  A+ | a-
Fonte: VALOR ECONÔMICO

Número de pessoas com contas em atraso aumenta e atinge novo recorde. Em média, cada um deve R$ 4 mil, segundo levantamento feito pelo birô de dados de crédito Serasa Experian.

O país tem 61 milhões de pessoas com nome sujo na praça, segundo o birô de dados de crédito Serasa Experian. Trata-se de um novo recorde na série histórica da empresa, iniciada em 2012. Entre abril e maio, mais 900 mil pessoas atrasaram o pagamento de contas e foram incluídas na lista de devedores.

O crescimento dos calotes acompanhou o desemprego e a queda da renda das famílias. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o país tinha 13,8 milhões de desempregados no trimestre encerrado em maio.

São incluídos no cadastro de inadimplentes do Serasa consumidores que não pagam dívidas como empréstimos pessoais, faturas do cartão de crédito e contas de luz e telefone, entre outras. Ao entrar na lista, essas pessoas deixam de ter acesso a crédito nos bancos e no varejo.

Somadas, as dívidas em atraso alcançaram R$ 274,6 bilhões em maio, de acordo com os cálculos do Serasa. Isso significa que, em média, cada pessoa deve R$ 4.059.

Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, afirma que, em média, cada devedor está em atraso com quatro credores diferentes -um banco e outras três empresas, entre concessionárias de serviços básicos e varejo, exemplifica.

Ele ressalta, no entanto, que a inadimplência costuma aumentar em março e maio. Em março, porque vencem tributos como IPTU e IPVA. Em maio, por causa das compras de presentes de Dia das Mães sem planejamento.

No ano passado, no entanto, o pico de inadimplência ocorreu em abril, quando 60 milhões de pessoas apareciam no cadastro de devedores.

Na semana passada, o Banco Central indicou que houve um repique na inadimplência das operações de crédito em maio, apesar da liberação do dinheiro de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que deveria trazer alívio financeiro para os brasileiros.

Os calotes subiram nas linhas mais caras, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. No cheque especial, a inadimplência subiu de 15% para 15,5% em maio. No rotativo, foi de 34,4% para 38%, diz o BC.

A exceção foi o crédito com desconto em folha para funcionários públicos. Embora a linha conte com juros bem abaixo do mercado, os calotes tiveram leve alta de 2,3% para 2,5% no período. Uma possível explicação é a crise de Estados como o Rio, que têm pago com atraso os salários dos servidores públicos.

Mesmo com o dinheiro extra, Rabi avalia que a inadimplência só deverá se estabilizar no segundo semestre, quando se espera que a economia volte a gerar empregos com mais vigor.
Top