Logo Corretores de Seguros
Fenacor

SITES RESPONSIVOS PARA
CORRETORES DE SEGUROS
Associe-se ao serviço
Faça sua Incrição

Sites Responsivos

Ajusta-se a tablets e celulares,
aparecem mais na busca do Google.

Blog
SEO
Facebook Ads
Google Adwords
Sites Personalizados

Consulte-nos

Benefícios


Site Responsivo
Padrão ou Personalizado
Chat Online
Suporte
10 contas de e-mail
Atualização de conteúdo

Veja os modelos Padrão

Valores


Tax de Instalaçao do Site Padrão
R$ 379,90 (parcela única)

Mensalidade
R$ 39,90

Faça sua Inscrição

MODELOS


Sites Responsivos ajustam-se às telas dos dispositivos eletrônico, reposicionando automaticamente os elementos do site em cada dispositivo utilizado, a fim de mantê-lo funcional em vários formatos e tamanhos de tela.

Ter um site responsivo, é fundamento para que sua empresa se destaque nos mecanismos de buscas.

O Site Responsivo também possibilita ao usuário uma experiência agradável na navegação.

Com conteúdos relevantes e posicionamentos adequado de cada item inserido no site, o cliente recebe informações claras e objetivas sobre sua empresa e seu produto.

ESCOLHA SEU MODELO

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.

Clique nos botões abaixo e veja as cores dos modelos e um exemplo de como ficará seu site.


Notícias do Mercado de Seguros

Focus projeta para junho primeira deflação em 11 anos
Qua - Julho 5, 2017 2:13 pm  |  Artigo Acessos:3835  |  A+ | a-
Fonte: VALOR ECONÔMICO

Junho deve registrara primeira deflação em 11 anos, se realizada a previsão dos analistas do mercado financeiro no relatório Focus, do Banco Central.

Estimativas nesse sentido começaram a aparecer logo depois da divulgação do IPCA de maio, há duas semanas, e agora estão mais generalizadas. A mediana das projeções é de queda de 0,07%. Seria o primeiro resultado negativo do indicador para qualquer mês desde junho de 2006, quando recuou 0,21%.

Ao subir 0,31%, o IPCA de maio ficou bem abaixo do esperado, de 0,46%, e teve a menor taxa para o

mês desde 2007. O resultado desencadeou uma série de revisões e, no Focus anterior, após o dado ser conhecido, a expectativa para o IPCA de junho saiu de alta de 0,20% para zero. Agora,virou deflação.

Os analistas Top 5 veem uma queda ainda mais pronunciada no mês, de 0,16%. Na semana anterior, a expectativa era de baixa de 0,11%. Para julho, esse grupo, o que mais acerta as previsões, cortou a projeção de 015% para 0,06%. A revisão do mercado em geral para o próximo mês é mais tímida e caiu de 0,25% para 0,2 3%.

O Focus mostra que as previsões para a inflação deste e do próximo ano também continuam a diminuir, distanciando-se ainda mais

da meta de 4,5% perseguida pelo Banco Central. A expectativa para o IPCA de 2017 caiu de 3,71% para 3,64%, e a de 2018, de 4,37% para 4,33%. Entre os analistas Top 5 de médio prazo, as revisões foram de 3,51% para 3,50% e de 4,19% para 4,16%, respectivamente.

Quanto aos juros, a expectativa para a Selic ao fim deste e do próximo ano permaneceu em 8,50%. O Top 5 ajustou a aposta deste ano de 8,38% para 8,50%, mas manteve os 8% para o fim de 2018.

Com relação à atividade econômica, o mercado reduziu pela segunda semana a projeção para o crescimento deste ano, de 0,41% para 0,40%. Para 2018, a projeção saiu de 2,30% para 2,20%. Esses números passaram a diminuir após a crise desencadeada pela delação de Joesley Batista, da JBS, envolvendo o presidente Michel Temer.

Para o segundo trimestre, os economistas já esperam queda, na comparação com o mesmo período do ano passado. A mediana das estimativas do Focus saiu de estabilidade para baixa de 0,2%. O relatório não tem estimativas para a série do PIB com ajuste sazonal.

A expectativa de estabilidade para o período entre abril e junho vinha intacta desde meados de abril, mas recuou à medida que também cedeu a previsão para o PIB do ano.

No primeiro trimestre, o PIB aumentou 1% sobre o trimestre anterior, mas ainda recuou 0,4% ante o mesmo período em 2016. O aumento sobre o quarto trimestre foi muito concentrado na agropecuária, que cresceu 13,6%. Mesmo antes da crise política, a avaliação dominante era de que haveria uma forte desaceleração no segundo trimestre, diante de uma contribuição ainda expressiva, mas menor, do setor agropecuário e maior chance de um recuo na indústria.

No Focus, embora o PIB agro tenha siclo revisado para cima no segundo trimestre, de alta cie 5,75% para 7,80%, o da indústria sai u de baixa cie 0,64% para queda de 0,71% e o dos serviços ficou quase no mesmo lugar, de -0,70% para-0,69%.
Top