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Notícias do Mercado de Seguros

Crise pode tirar até R$ 170 bi da economia
Qua - Maio 31, 2017 4:01 pm  |  Artigo Acessos:4120  |  A+ | a-
Fonte: O ESTADO DE S. PAULO - SP

Cenários traçados por economistas para este ano mostram que efeitos da crise política podem levar País até a uma nova recessão.

A crise política foi um balde de água fria para o setor real da economia. Projetos que começavam a ser desengavetados pela retomada da atividade que estava se desenhando voltaram para a gaveta, à espera de qual será o encaminhamento das reformas. Enquanto isso, analistas começam a calcular as prováveis perdas no dia a dia das empresas e nos diversos setores.

Economistas já estão cortando as projeções de crescimento da economia este ano e no próximo.

As estimativas preliminares sinalizam perdas para a atividade em 2017 entre R$ 25 bilhões, no cenário mais otimista, e R$ 170 bilhões, no mais pessimista, na comparação com que se esperava antes das denúncias envolvendo o presidente Michel Temer. É consenso entre os especialistas ouvidos pelo Broadcast/Estadão que o tamanho do estrago vai depender da duração da turbulência em Brasília e do desfecho da reforma da Previdência.

Aos olhos dos investidores internacionais, o Brasil ficou mais arriscado, o que pode ser percebido na forte alta nas taxas do CDS (Credit Default Swap), uma espécie de seguro de crédito contra calotes. Esse papel chegou, no pior momento, a subir mais de 30%. Ontem, estava em 240 pontos base, alta de 21% comparado a um dia antes da delação da JBS.

Risco. A crise também acendeu o sinal de alerta nas agências de classificação de risco. A Standard & Poor"s (S&P) já colocou o País em observação para possível rebaixamento da nota soberana, por causa das "dinâmicas políticas mais estressadas", que podem afetar as reformas e o PIB. Ontem, a Moody"s alterou ontem a perspectiva do rating brasileiro de "estável" para "negativa", indicando que aumentou a chance de a nota ser rebaixada (ver box).

Os primeiros impactos da crise apareceram nos indicadores financeiros. Em apenas uma semana, as empresas brasileiras perderam R$ 161 bilhões em valor de mercado, segundo a Economática.

Já as companhias com dívidas em dólar viram seus passivos aumentarem em R$ 7,2 bilhões. É claro que estes números podem ser revertidos se a situação se resolver, mas a deterioração do cenário econômico por causa da turbulência política já fez empresas adiarem planos de captação de recursos.

A Log Commercial, do setor de logística e controlada pela MRV Engenharia, e a Ser Educacional, por exemplo, desistiram de ofertas de ações.

Por sua vez, o IRB Brasil Re decidiu adiar sua aguardada abertura de capital.

A paralisia nas empresas já sinaliza impacto negativo para o PIB. A LCA Consultores acha pouco provável a manutenção da sua estimativa inicial de um crescimento de 0,9% este ano.

O economista Francisco Pessoa Faria acredita que o mais provável é que a crise tenha um impacto de 0,4 ponto porcentual no PIB deste ano, trazendo a expansão para 0,5% e ocasionando perdas de R$ 25 bilhões, em um cenário mais favorável.

Em um caso mais adverso e menos factível, a consultoria estima uma retração de 1,1% no PIB, com uma perda de R$ 127 bilhões. "Ainda existe muita fragilidade em todas as projeções, porque a conjuntura é muito incerta", pondera.

Moody"s ameaça rebaixar nota de risco do País

A agência Moody"s citou o o aumento das incertezas "em relação ao momento favorável às reformas após os últimos acontecimentos políticos" como um dos fatores para ter alterado a perspectiva da nota brasileira, de "estável" para negativa. Para a agência, uma "intensificação da crise política, que leve a um período prolongado de incerteza", pode levar ao rebaixamento da nota do País. Após a agência anunciar a alteração, o Ministério da Fazenda divulgou nota em que reafirma seu compromisso com a continuidade da implementação da agenda de reformas estruturais necessárias à recuperação econômica.
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