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DATA: 2010-07-30 11:12:35


Bradesco registra o 2º maior lucro

O lucro do Bradesco no primeiro semestre, que somou R$ 4,51 bilhões, foi o segundo maior já registrado no período por bancos brasileiros de capital aberto, segundo a empresa de consultoria Economática. O primeiro lugar é do Itaú Unibanco, com lucro de R$ 4,586 bilhões no primeiro semestre de 2009.

A rentabilidade sobre o patrimônio foi de 22,8% no semestre. Se considerado o lucro líquido ajustado (pela inflação), de R$ 4,602 bilhões, o banco teria o maior lucro da história para o primeiro semestre. O Bradesco ocupa a segunda e a terceira posições, com os resultados do primeiro semestre de 2010 e 2008, respectivamente. O lucro no primeiro semestre de 2008 foi de R$ 4,105 bilhões. O Itaú Unibanco, o Bradesco e o Banco do Brasil ocupam as sete demais posições do ranking, com resultados obtidos entre 2006 e 2009.

O lucro líquido no segundo trimestre foi de R$ 2,405 bilhões, 4,7% acima do resultado de R$ 2,29 bilhões no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a alta foi de 14,4%. O setor de seguros e previdência continuou com peso relevante dentro dos resultados do banco, respondendo por 31% do lucro líquido do segundo trimestre, ou seja, R$ 1,404 bilhão. O restante (R$ 3,19 bilhões) veio das atividades financeiras.

Os ativos totais do banco chegaram em junho a R$ 558,1 bilhões, alta de 15,7%. Já o patrimônio líquido em junho somou R$ 44,29 bilhões, 18,8% superior ao saldo do mesmo período de 2009. O índice de Basileia alcançou 15,9%, acima dos 11% exigidos pelo Banco Central. O Basileia mede quanto o banco pode emprestar no crédito sem comprometer seu capital.

As operações de crédito somaram R$ 244,8 bilhões no segundo trimestre, alta de 4,1% ante o primeiro trimestre de 2010. O avanço foi reflexo da evolução de 6,7% da carteira de micro, pequenas e médias empresas, de 4,2% da pessoa física e de 1,7% das grandes empresas. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 89,648 bilhões, enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 155,141 bilhões.

Fonte: Estado de Minas


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